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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Essa Foto Me Fez Lembrar de Minhas Tias da Limeira

Foto: acervo Eduardo Cabral

Postagem original na página do Facebook/Grupo "Minha Terra é SERGIPE".

“Tinteiro duplo de vidro. Atenção para os lugares de colocar as canetas e clipes!” (Eduardo Cabral).

É bom chamar atenção Eduardo, para quem não alcançou estes utensílios de mesa de escritório, que as canetas eram em forma de lápis, com pena grossa ou fina na ponta e tinham que ser molhada no tinteiro, toda vez que ia escrever. Era assim que o amigo, no século passado, lavrava as escrituras em seu Cartório. Faz é tempo hein Eduardo Cabral. Essa foto me faz lembrar das minhas tias da Limeira, fazenda que fica no município de Divina Pastora, em Sergipe. Uma das tias fazia as anotações contábeis com essas canetas, tendo ao lado sempre o mata-borrão e tinteiro. Já gostava de ficar perto olhando ela escrevendo com sua bonita caligrafia... Saudade. (Armando Maynard).

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Homenagem ao Senhor Edézio Mesquita de Moraes

 Sr. Edézio e sua esposa, em foto publicada por seu neto Pedro Jorge,  na página do Grupo "Minha Terra é SERGIPE", do Facebook e comentada por mim.

Agora Pedro, essa foto sim é mais recente e foi com essa aparência que os conheci. Sr. Edézio Mesquita de Morais, tem uma obra bastante interessante em Aracaju, quando o mesmo trabalhou na Prefeitura. É a ponte da confluência das ruas Lagarto com a Avenida Gonçalo Prado, no Bairro São José. Sempre que o mesmo ia fiscalizar essa obra, dava uma passadinha lá em casa, na Rua Socorro, para visitar meus pais. Em uma de nossas conversas, ele me contou de sua luta para que fizessem a ponte inteira e não dividida em duas, como insistiam na época. O danado tanto fez que os técnicos se convenceram e a fizeram bem larga. Quando da sua morte chegaram a falar até em colocar seu nome naquela ponte. Lembro que um de seus bordões favoritos era "quem foi naninha". Saudades do 'Seu' Edézio, um grande amigo.

Armando Maynard

domingo, 4 de setembro de 2011

Programa de Auditório com Santos Mendonça


Postagem original no Facebook, na página do grupo "Minha Terra é SERGIPE".

Meu pai uma vez me levou ao auditório da Rádio Liberdade de Sergipe, que ficava na rua Itabaianinha, prédio onde hoje funciona um dos setores da Delegacia do Trabalho. Lá todos os domingos, tinha o programa "Gato de Botas", apresentado por Santos Mendonça. Eu assistindo, quando Santos Mendonça chama ao palco vários garotos para fazer uma pergunta e serem premiados com um cofrinho do Banco de Crédito Sergipense. E lá foi eu. O Mendonça pediu para que os garotos já arrumados no palco - eu entre eles - para completar a seguinte frase "O Gato de Botas é...", sempre com uma palavra começada por "B". E aí cada um ia falando sua frase e ganhando um cofrinho: "O gato de Botas é Bonito", "O Gato de Botas é Bacana" e o estoque de palavras começadas com "B" foi se esgotando, foi quando chegou a minha vez, eu disse nervoso: "O Gato de Botas é Besta". Caramba! O auditório caiu na risada, que vexame, mas ganhei o o cofrinho de alumínio, o qual a chave ficava no Banco, quando enchia de moedas e dinheiro, se ia lá, abria e colocava o dinheiro em uma caderneta de poupança. Que marketing para à época, hem!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Quando a Televisão Chegou em Aracaju


Postagem original feita no Facebook, na página "Minha Terra é SERGIPE".

A primeira vez que assisti televisão, foi em uma casa próximo da ponte da Atalaia, onde o proprietário era um técnico em eletrônica, por sinal muito conhecido na época. Logo depois meu tio Aminthas (do Cartório) comprou uma e todas às noites a sala de sua casa se enchia de "televizinhos", que iam assistir a uma chuviscada dos diabos. Eram imagens de transmitidas da TV Jornal do Comércio de Recife, captadas por umas antenas enormes, chamadas popularmente de "espinhas de peixe", onde se ficava a rodar o cano que a segurava de um lado para o outro, com o intuito de conseguir melhorar a imagem que teimava em sair do ar...

terça-feira, 10 de maio de 2011

O Gato Traiçoeiro

Comentário original postado no Mural do Facebook de André Setaro. 
Caro Setaro, você acaba de me lembrar de um fato que me deixou bastante chateado. Meus filhos quando crianças ganharam dois pintinhos que viviam a piar dentro de uma caixa de sapato. Nessa época eu gostava de nos finais de semana, pela tarde, ir lê em uma sombra que tinha no quintal de minha casa e achei de levar os pintinhos, soltando-os próximo da minha cadeira. A alegria dos mesmos era impressionante, pois ficavam a correr de um lado para o outro a catar coisas pelo chão. Mas não é que um gato desceu do muro sem eu notar e abocanhou um dos pintinhos, fugindo rapidamente... Um abraço, Armando.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O Privilegiado do Cine Palace

Comentário original postado em:
O primo Pascoalzinho é uma pessoa inteligente, inquieta e de grande curiosidade musical e cultural. Também filho de peixe, não poderia ser diferente. O mesmo é filho do já falecido e saudoso jornalista Pascoal Maynard da “Gazeta de seu Orlando”. Lembro que quando éramos jovens, eu achava o Pascoalzinho um privilegiado, pois além de morar no centro da cidade e quase vizinho do Cine Palace, tinha acesso a este cinema de graça, por ser a família proprietária, muita amiga de seus pais. Quanto filme assistiu, hein Pascoalzinho?… Um abraço, Armando.

domingo, 20 de junho de 2010

"Venda", "Bodega" e Armazéns



Comentário original postado em:
Caro Marco, eu também sou do tempo das “Venda”, “Bodega” e armazéns. Neles, encontrava-se quase tudo que se precisava para abastecer uma casa. Os armazéns ficavam sempre localizados em imóveis de esquina e se tornavam pontos de referência na região. Seus proprietários eram pessoas amigas e conhecidas de todo o bairro. Nessa época, era costume das famílias realizarem suas compras através das famosas ‘cadernetas’, que funcionavam como conta-corrente, aonde tudo que se ia comprando era anotado, para serem pagos no final do mês. Desse tempo, lembro-me de minhas compras: balas de café, saquinhos de fubá de milho, pão Todd e mariola. Os Armazéns eram pontos de encontros dos senhores da vizinhança, que depois do jantar se reuniam para bater-papo regado a uma boa ‘pinga’. Os Armazéns foram prenúncios dos Mercadinhos. Com o passar do tempo, os mercadinhos se transformaram em Super e Hiper-Mercados, sendo determinantes para o fim dos armazéns. Um abraço, Armando.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Aprendiz de Escritor


Comentário original postado em:
Caro Jaime, mais um texto palatável, como você bem sabe fazer, abordando um tema atual e interessante para quem está começando a escrever, principalmente em blogs, que tem que enfrentar além da aversão dos leitores por textos longos, a concorrência das redes sociais. Sempre gostei de ler, mas não tinha o hábito de escrever. Um dia minha esposa criou um blog, o “Portfólio” e aí senti vontade de publicar algo no mesmo. Queria falar do passado, mais precisamente da memória dos cinemas de rua de minha cidade, Aracaju, que aos poucos foram cerrando suas portas e deixando de existirem, ficando na saudade as animadas matinês dos domingos. Ainda sem ter prática de computador, comecei a escrever usando papel ofício preso em uma prancheta e lápis grafite, sempre com uma borrachinha colocada no lado oposto da ponta. No meu primeiro escrito, contei como era o início da sessão do principal cinema da cidade e aos poucos fui construindo alguns textos sobre a memória dos outros cinemas de rua. Logo pude constatar como era difícil escrever, principalmente sabendo que depois de publicado no blog, muitas pessoas iam ler, ficando exposto a críticas e julgamentos. Mas aos poucos fui vencendo todos os receios, sem nunca descuidar antes das postagens, de ler e reler os artigos, quantas vezes fosse necessário, na esperança de melhorar cada vez mais o texto. Postei mais de dez artigos falando sobre os antigos cinemas de rua, passando a receber alguns comentários de incentivo, os quais me encorajaram a criar meu próprio blog, o “Fetiche de Cinéfilo”. Continuo achando escrever algo difícil, mas acho também que a questão é começar - igual a se coçar. Depois da primeira frase posta no papel (agora já usando o Word) e muita transpiração, a coisa termina fluindo. Sempre procuro construir um texto simples e de fácil leitura, com intuito de despertar o interesse no leitor, para que o mesmo leia o texto até o fim e sinta disposição de comentá-lo. Nem sempre consigo, mas continuo tentando. Um abraço, Armando.

domingo, 16 de maio de 2010

O Fascínio Pela Bola


Comentário original postado em:
http://carissimascatrevagens.blogspot.com/2010/03/as-peladas-no-meio-da-rua.html
Caro Marcos, grande é a atração que a bola exerce em toda criança. Quando jovem, cheguei a jogar futebol, mas logo desisti, pois na primeira falta que levava, já olhava para o adversário com a cara feia, na segunda já queria brigar, pois não tinha quem me convencesse que não era de propósito. A bola é algo que fascina em suas várias modalidades esportivas, sendo o futebol, pelo menos aqui no Brasil, a que mais atrai a todos. Lembro quando adolescente, nos horários vagos do curso ginasial, meus colegas formavam rapidamente dois times para jogar na quadra do colégio e o interessante é que muitas vezes a bola era feita ali na hora, com uma meia que era cheia de papel, igual à citada por você em seu excelente texto. Se não me engano, a bola de meia era chamada de marreta. Nessa época, gostava de ficar sentado ao redor da quadra, juntamente com o colega J. Santos, mais conhecido por bochecha, vendo o mesmo transmitir o jogo dos colegas, igualzinho como se estivesse fazendo para uma emissora de rádio. Esse meu colega, logo passou a trabalhar em uma rádio da cidade, tornando-se um famoso locutor esportivo. O tempo passou, casei e fui morar em uma rua que tinha muitas crianças, o que para meu filho era uma festa. Só que sempre me aborrecia nos finais de semana, com o futebol em minha porta, que começava logo após o almoço do domingo, quando eu tinha o costume de tirar uma soneca. Era bola no muro, no portão e até na janela do meu quarto, além de abrirem a toda hora o portão para apanhar a bola que caia no jardim. Um dia, abri a porta com muita raiva, para reclamar e quem estava em um dos times, meu filho. Não preciso dizer que daquele dia em diante terminou de vez o futebol na minha porta. Por tudo isso, hoje, bola aqui em casa só no quintal, quando meu neto não está no videogame e na televisão, o som tem que ser baixo, por causa do barulho do apito. Um abraço, Armando.


quinta-feira, 13 de maio de 2010

No Tempo da Marinete


Comentário original postado em:
Caro Marco, aqui em minha cidade, Aracaju, na década de 60, lotação era chamada de “marinete”. Tempos depois surgiram os “gostosões”, que eram ônibus grandes da Mercedes Bens. Teve uma época que começaram a aparecer uns ônibus com lâmpadas fosforescentes, que serviam para iluminar o seu interior e por isso eram chamados de “trios elétricos”. Lembro das “marinetes” que viajavam para o interior do estado, em que o maleiro ficava no teto e era coberto por um encerado. Quando jovem, sempre gostava de andar de ônibus. Quando ia para o trabalho ‘pegava’, mesmo já estando na metade do caminho. Por já ser acostumado, ‘pungava’ sem que o mesmo precisasse parar, pois na maioria das vezes era fora do ponto. O tempo passou e já casado, tendo minha esposa ficado com meu carro, resolvi voltar para casa de ônibus. Logo que entrei no mesmo, comecei a encontrar dificuldade para passar pela catraca onde fica o cobrador, pois o ônibus rapidamente lotou. Ao passar pelo cobrador começou o contorcionismo para ir para frente do ônibus. Já apreensivo, vendo à hora de chegar o lugar de descer e não poder. Foi o que aconteceu, mesmo tocando a cigarra que avisa ao motorista que tem passageiro querendo descer no próximo ponto, o mesmo não parou e lá se foi eu para outro bairro. Ao consegui descer do ônibus, notei que minha caneta cross novinha já não estava mais no meu bolso. Resultado de minha aventura, além de terem roubado minha caneta, tive que voltar de taxi para casa. Quando da implantação do transporte integrado, chamado pela Prefeitura de “Transporte de Massa”, os ônibus andavam por vias exclusivas e em ruas com canaletas, as quais serviam para separar dos carros de passeio. Aos domingos, muitas mães juntamente com seus filhos entravam nos ônibus sem destino, e ficavam a passear por vários bairros da cidade, só pagando outra passagem quando o cobrador dizia que tinha chegado ao “fim de linha”. Dois ônibus que ainda chamam atenção por aqui, o articulado, conhecido “papa-fila” e a “jardineira”, hoje também chamado de “marinete do forró”, que circula por toda a cidade no mês de junho, quando das “Festas Juninas”, com um conjunto pé de serra tocando. Um problema que persiste até hoje, são os ônibus lotados na hora do rush, onde as pessoas se comparam a “sardinhas em latas”, além da falta de educação nos pontos de parada e terminais, quando as pessoas por não se organizarem em filas, na hora que o ônibus para, começa o empurra-empurra, com todos querendo entrar ao mesmo tempo. Hoje temos na cidade uma frota de ônibus novos e modernos, pelo menos os que rodam pelos bairros principais, mas na periferia ainda há muitas reclamações quanto à manutenção dos mesmos. Se este transporte tivesse qualidade, poderia desafogar um pouco o trânsito da cidade, fazendo com que muitos proprietários de carros deixassem os mesmos na garagem e fossem trabalhar de ônibus. Um abraço, Armando.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Minha Primeira Monark Zero

Comentário original postado em:
Olá Gabriela, boas lembranças de um tempo em que a única preocupação era brincar. Sua história me faz lembrar um momento quando criança, que muito me marcou. Um amigo de meu pai chegou à minha casa com uma bicicleta Monark zero. Era o meu sonho ter uma bicicleta nova. Disse ele que tinha comprado naquela semana e, não parava de elogiar a mesma. Foi quando me perguntou se eu não queria dar uma volta no quarteirão. Prontamente aceitei, depois de ouvir suas recomendações para que eu tivesse muito cuidado para não arranhar sua pintura. Ao voltar para devolvê-la, meu pai já me esperava com seu amigo na porta de casa. Quando parei a bicicleta, ele me perguntou: e aí, gostou? Respondi: é uma dessa que eu quero ganhar, aí ele falou, pois essa é sua. Foi uma emoção muito grande...

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Flatulência Com Labareda

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Caro Setaro, este artigo, me fez lembrar de um amigo da época de estudante, quando eu e mais outros dois colegas, íamos em seu carro para uma festa. No caminho, ele parou o carro de repente, pediu um fósforo a um de nós e colocando a perna em cima do banco, riscou o palito e o encostou em suas nádegas, dando um flato. Foi aí que todos se assustaram, com a labareda em forma de massarico, saindo de seu corpo. Ninguém nunca tinha visto aquilo antes, nem se sabia que os gases intestinais saindo em direção a uma chama, pudesse provocar uma labareda daquele tipo, parecida com a da foto que ilustra sua postagem.
Terça-feira, Abril 21, 2009 11:35:00 PM

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Saudades do Semanário "O Pasquim"

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Caro Bill, primeiramente parabéns pelos dois anos de blog. Interessante é que muitos pensam que Blog é só um deleite, em parte até que é, mas também é muito trabalho, isto se quisermos mantê-lo com qualidade e sempre atualizado, recheado de cultura, informações e entretenimento, tudo com criatividade e bom humor, como é o seu, até mesmo para suavizar o dia-a-dia de nossa vida tão difícil, neste mundo cheio de mentiras, violências e injustiças. Lembrar o semanário “O Pasquim” é motivo de muita saudade. Era um jornal que valia por um curso de jornalismo, possuía uma equipe de professores, era um verdadeiro Butantan, só tinha cobras e é bom que se diga, todas criadas e bem criadas, enfrentando uma época de grandes dificuldades, como a censura, perseguições políticas, prisões e até torturas, mas com muita determinação, coragem, inteligência, criatividade, bom humor e muita farra é claro, que ninguém é de ferro. Algumas cobras, o guerreiro Newton Carlos, bem lembrado por você, trabalhando até bem pouco tempo na Rádio Bandeirantes, Jaguar o grande timoneiro, Ziraldo com suas charges impagáveis, juntamente com as do saudoso Henfil, Millôr inteligência saindo por todos os poros, Sérgio Augusto grande intelectual, Ivan Lessa de um humor sarcástico, Sérgio Cabral um grande conhecedor da nossa música, Ruy Castro escritor de mão cheia e dos saudosos, Paulo Francis uma cultura geral invejável, Tarso de Castro um primor de artigos críticos, Fausto Wolff, inconformado, sempre indignado com as falcatruas e coisas erradas deste país e que já está fazendo falta, pois os escândalos são semanais. Poderia citar ainda, muitos outros que honraram e honram a nossa imprensa. Todos eles viveram momentos de grande repressão e lutaram bravamente, pela volta da Democracia e da Liberdade de Imprensa, luta esta que deve ser contínua, agora em mais este meio fantástico que é a internet, por intermédio dos blogs, como o “Jornal da Lua” do Bill Falcão. Um abraço, Armando.
Saudades também da "Gazeta de Sergipe", de minha cidade Aracaju, clique no link abaixo:

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O Parque Teófilo Dantas em Aracaju-SE.

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Na década de 60/70, eu tinha mania de, na saída do emprego, dar uma passadinha no Cacique Chá e, saindo de lá, ir comer um cachorro-quente em “seu João”, que como bem diz o grande Amaral Cavalcante, era muito gostoso e sua receita, um segredo. Tanto o Cacique, quanto o Cachorro Quente, ficavam no Parque Teófilo Dantas, que, nessa época, tinha alguns cercados de telas de arame com animais e aves de várias espécies. Lembro dos macaquinhos que ficavam em frente à Padaria, na Rua Santo Amaro e que faziam grande sucesso junto às crianças e adultos. Outro animal que chamava atenção era a preguiça, que ficava, lentamente, passando de galhos em galhos dos tamarindeiros. Esse logradouro aprazível, já foi chamado de Parque Monsenhor Olímpio Campos, passando depois para Parque Teófilo Dantas, tempos depois, para Praça, sendo hoje conhecido popularmente como Pça. da Catedral. Isso me faz lembrar o caso do Edifício Estado de Sergipe, conhecido também como Edifício do Banese, mas que o sergipano o nominou de Edifício Maria Feliciana. Um abraço, Armando.
Veja mais O Parque Teófilo Dantas em "Feirinha de Natal" clicando no link abaixo:

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Saudades do "Cacique Chá" (Anos 70,Aracaju-SE.)

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Uma crônica com sabor. Tem coisa melhor do que uma cervejinha bem gelada, batata frita, uma carninha de sol, um bolinho de bacalhau, amigos para papear. Eu tinha um lugarzinho, aqui na minha cidade, chamava-se "Cacique Chá", passava quase sempre a tardinha, quando saia do emprego. Lá, sempre havia um conhecido, para bater aquele papo legal. Interessante é que tinha uma mesa que era minha preferida, e quando chegava e via que algum desconhecido já a ocupava, dava vontade de mandar que saisse...Um abraço, Armando

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Colecionadores Resgatam Aracaju Antigo

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Bambão Coleções e Artes é um verdadeiro museu, onde o resgate das fotos de Aracaju antigo. É de deixar qualquer sergipano com mais de 40 anos, com uma saudade enorme do tempo da rua João Pessoa, quando os carros transitavam pela mesma. Hoje, muito da memória de nosso estado, se deve aos colecionadores, pois preservam por amor a história e a cultura, coisa que nossos governantes ainda não aprenderam a fazer...
21 de Janeiro de 2009 07:08
Veja também o Aracaju Antigo em: "Memória", no endereço abaixo:

sábado, 13 de dezembro de 2008

Animal de Estimação

Comentário publicado originalmente em:
http://carapuceiro.zip.net/arch2008-12-07_2008-12-13.html

[Armando Maynard]
[armavi@ig.com.br] [fetichedecinefilo.blogspot.com]
Quando jovem queria criar um cachorro, mas terminei criando um GATO (pois meus pais não queriam cahorro de jeito nenhum), este era muito "inteligente" só que GATO não se tem muito controle e as vezes passam dois dias sem aparecer em casa, mas esse não, estava sempre por alí durante o dia, claro, pois a noite desaparecia.O interessante é que quando eu ficava doente o mesmo cancelava todas suas incursões noturnas de namoros pelos telhados da vizinhança e ficava direto deitado ao pé de minha cama, o mesmo era muito manso, costumava dormir na mureta da varanda lá de casa,a qual dava para a rua. Um dia apareceu um Circo na cidade e o "zum zum a boca miuda" era de que quem levasse um GATO para o Circo pela manhã logo cedo ganharia um ingresso para o espetáulo da noite, falavam que era para alimentar os leões, foi nessa 'onda'que desapareceu meu bichano, foram dias de muita tristeza. É Xico, seu post me fez recordar este episódio. "Quem não tem cachorro caça (afagos de namoradas) com gato".12/12/2008 10:58