Mostrando postagens com marcador CINEMA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CINEMA. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Cinemateca da Saudade


Enviado ao YouTube por  em 14/10/2009
Década de 60, Cine Aracaju - "A Melhor Programação da Cidade"
Rua Laranjeiras
Anúncio Cinema Aracaju.
Jornal A Cruzada n. 1.574 - 18/01/1969.
Reproduzido aqui do blog aracajuantigga/José de Oliveira B. Filho.

Postagem original na página do Facebook, no "Grupo Minha Terra é Sergipe".

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Famosa Vinheta da Condor Filmes

Postagem original feita na Página "Minha Terra é SERGIPE" do Facebook

Uma das companhias exclusivas do Cinema Vitória era a Condor Filmes, cuja vinheta de apresentação provocava uma anarquia entre os jovens e alguns adultos, que começavam em coro a fazer: xô, xô, xô, como se estivessem espantando o condor, que estava na imagem da tela, pousado, e logo alçaria vôo, desmanchando-se graficamente, transformando-se ao mesmo tempo na palavra apresenta, quando já se podia ver na tela os dizeres: Condor Filmes Apresenta...

Cine Jornal Canal 100, Década de 60


Postagem original - Página do Grupo "Minha Terra é SERGIPE" no Facebook.

O “Canal 100” de Carlos Niemeyer, foi o cine-jornal de maior sucesso nesta época, chegando muitas vezes a ser todo colorido e em outras somente a partida de futebol. Uma inovação, para tempos em que até o filme principal, muitas vezes era em preto & branco. A grande atração deste cine-jornal, eram as partidas de futebol, no final de cada edição, pois sua filmagem inovadora, chamava atenção dos especialistas, com suas tomadas e enquadramentos inéditos, transformando dribles e jogadas ensaiadas, em verdadeiros bailados, passando a serem imitados por cinegrafistas de outras companhias e pela televisão. Outro sucesso, era o seu prefixo, que ficou famoso em todo Brasil, com a música “Na Cadência do Samba” de Luiz Bandeira, na versão orquestrada de Waldir Calmon, que muitos não sabendo o nome da música, diziam a primeira frase da letra: “Que bonito é...”. Até hoje, é usada pelas emissoras de rádios e TVs de todo o Brasil, como prefixo de programas esportivos, virando sinônimo de futebol”.


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Prazer de ir ao Cinema

Comentário publicado orignalmente em 
http://fetichedecinefilo.blogspot.com/2010/11/latas-de-filmes-com-carreteis-para.html
Setaro, o prazer de ir ao cinema na nossa época era tão grande, que não esquecemos os menores detalhes. Lembro que eu chegava ao Cine Palace, aqui de Aracaju, bem antes da sessão começar, para ficar sentado olhando a grande tela cinemascope - já visível por motivo da cortina motorizada estar quebrada - iluminada pelas luzes brancas do pequeno palco e ouvindo música orquestrada. Era um tempo que se curtia cada detalhe de uma sessão de cinema. Um abraço e muito obrigado pelo comentário/memória. Armando.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Um Cinéfilo à Espera do IMAX


Comentário original postado em:
Eis um tratado do “Tempo da Cinefilia”. É verdade Setaro, já não se faz mais cinéfilo como antigamente. Há um bom tempo que não freqüento uma sala de cinema, mas tenho saudade do som perfeito e da grande tela cinemascope. Digo aqui em casa que só volto a ir a uma sala de cinema, quando inaugurarem um IMAX e em 3D, aqui em Aracaju. Hoje por comodidade e ainda, cinefilia, assisto alguns filmes, sim, alguns, pois agora estou mais criterioso e exigente, no “Cine Sky Clube”, um pacote com todos os canais em Pay Per View abertos, um verdadeiro multiplex na sala de minha casa. São 15 a 18 canais com diversos filmes inéditos na TV de assinatura, em sessões contínuas, cujo tempo de ‘janela de exibição’ das salas, vem diminuindo com o passar do tempo e o avanço tecnológico. Os últimos filmes que assisti, têm uns seis meses que foram exibidos nos cinemas. Ainda defendo que filme deve ser visto no cinema, pois em casa, além da espera até sair em DVD e chegar no Cine Sky Clube, não é o mesmo prazer de uma sala, mas o gosto é parecido e sacia o apetite do cinéfilo já alquebrado pelas muitas platéias mal educadas, filas, telas, comédias, dramas, e decepções da vida. Caro Setaro, no meu caso, com classificação etária de sessenta anos, filme bom é saúde, filme ruim é doença. Por enquanto estou me recusando a ficar doente e assim vou ficando neste cinema (terra) até que o filme (vida) chegue ao último fotograma (lápide) com os dizeres “The End”. Um abraço, Armando.

domingo, 18 de abril de 2010

André Setaro

Comentário original postado em:
Parabéns caro Setaro pelo lançamento dos livros. Seu blog continua sendo uma aula de cinema e vida. Parabéns também por você ser uma pessoa humilde, sensível e verdadeira. Um abraço, Armando.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A Paixão Pelo Cinema

Comentário original postado em:
Prezada Cecília, o cinema realmente começou a perder sua magia com a chegada da televisão. Depois veio o vídeo K-7 a tevê de assinatura, internet e o celular, desmistificando de vez e acabando com todo aquele ritual e expectativa que se constituía em se ir a um cinema. Era algo especial e místico, que se revertia em grande prazer para todo jovem da década de 50/60. Tanto que nessa época - ainda sem tevê - o sonho de consumo de toda garotada, era possuir um projetor. Com o fechamento dos cinemas de rua, houve mais uma perda. Os antigos cinemas eram prédios portentosos, verdadeiros palácios. Lembro quando levado por meu saudoso pai, entrei pela primeira vez em um cinema. Queria saber como tudo aquilo funcionava. A sala estava ainda vazia. Como demorou a começar o filme naquele dia. Acho que tínhamos chegado cedo demais. Ficava eu a olhar para os desenhos nas paredes e insistentemente para trás, pois meu pai tinha me dito que era pelos buraquinhos da parede lá do fundo, que saia uma forte luz e esta trazia as imagens até a grande tela branca, com fotografias em movimento. Era grande a expectativa e ansiedade da espera. Ao iniciar a projeção, eu ali de olhos bem abertos e coração batendo forte, tudo ia se confirmando. Na minha frente, a grande imagem era acompanhada de uma música marcante que indicava perigo. O som de cavalos em disparada invadia toda a sala, podia ver na tela um cavaleiro em desembalada carreira, que fugia de um bando de índios apaches. Era o meu primeiro faroeste. Começava assim a minha paixão pelo cinema, esta arte que reúnem todas as outras e nos faz embarcar em uma grande viagem. O cinema diverte, emociona, informa e nos trás conhecimentos. Alguns dias depois, meu pai precisou ir ao centro pela tarde, para fazer um pagamento no banco e me chamou para ir com ele, pois depois iríamos mais uma vez ao cinema. O filme e o cinema já estavam escolhidos, pois nessa época, além do “carro de propaganda” que saia anunciando o filme pelas ruas da cidade, também era comum as emissoras de rádio divulgar os filmes em exibição dos cinemas do centro. O filme era “O Homem Que Sabia Demais”. Ao passar pela porta do cinema, lembro de meu pai a me puxar pelo braço, pois já estava atrasado. E eu ali parado, hipnotizado com os cartazes. Pronto, ao sairmos do banco, era hora de nos dirigirmos ao cinema. Ao chegar ao mesmo, dois problemas. Além da sessão já ter começado, o filme era impróprio para menores. Meu pai conhecia o porteiro e o mesmo me deixou entrar, pois eu estava acompanhado. Pronto, agora era escolher: ou entrar com a sessão já começada e ficar para a segunda sessão a fim de completar o filme, ou aguardar na sala de espera até terminar a primeira sessão. Optamos por esperar na sala, pois meu pai não gostava de entrar com filme começado. Ao vermos as primeiras pessoas saindo da sala de projeção, era sinal que a sessão estava terminando. Fomos logo entrando para pegar um bom lugar e tendo oportunidade de assistirmos aos créditos finais da sessão anterior. Às vezes havia um pequeno intervalo de uma sessão para outra, dependendo da duração do filme, quando esse era longo, não tinha intervalo de uma sessão para a outra, e sim começava emendando os finais dos créditos, com o cine jornal da sessão seguinte. Nesse caso, o operador deixava as luzes mais fracas acesas, para que os espectadores que ainda estavam entrando, se acomodassem em seus lugares. Mais uma tarde de felicidade e emoção. Hoje fica difícil até você se concentrar no filme, tamanho a balbúrdia em que viraram as salas de cinemas nos Shoppings. O cheiro forte da pipoca, os pés do espectador de trás batendo em sua poltrona, os celulares a tocarem, conversas e piadinhas a toda hora. É uma anarquia generalizada, fruto da falta de educação e de limites. Muitos pensam que estão em suas casas, na sala vendo tevê. Como dizia minha saudosa mãe: “costume de casa vai à praça”. É o que está acontecendo com esses jovens. Infelizmente faltam bons exemplos, educação, respeito e amor ao cinema, que hoje é mais uma diversão dentre tantas outras. Um abraço, Armando

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Cinema de Animação

Comentário original postado em:
Já foi o tempo em que os filmes de animação eram feitos somente para crianças. Hoje os pais se divertem bastante e também se emocionam, assistindo esses filmes juntamente com seus filhos.Nunca o cinema de animação foi tão prestigiado e concorrido. Um abraço, Armando.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Mais Uma Homenagem ao Zagati

Comentário original postado em:
Caro Guilherme, que bom que você também presta uma homenagem a este que tão bem representa a todos os cinéfilos e amantes da arte de projetar filmes, por diletantismo e prazer, algo que já fiz muito no quintal da minha casa, com meus projetores de 16mm, um Movicor mudo e dois sonoros, IEC e B&H, que tenho até hoje. No caso do Zagati, ele vai além do prazer de projetar, pois com suas sessões, termina por praticar uma ação social e cultural, junto aos seus vizinhos menos favorecidos, proporcionando aos mesmos momentos de felicidade e lazer. Além de tudo isso, o Zagati tem uma bela história de vida, sendo um exemplo de luta e determinação, na realização de um sonho. Parabéns pela postagem. Um abraço, Armando.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Filmes Que Inquietam

Comentário original postado em:
É verdade, alguns filmes inquietam e questionam, provocando várias leituras e reflexões, fazendo com que o espectador atento, passe a ver a vida com outros olhos.
Meus novos blogs:

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Cinemas de Rua se Transformam em Igrejas

Comentário original postado em:
Vivemos uma época em que muitos cinemas de rua estão sendo transformados em igrejas. O pequeno palco passou a ser altar, a grande tela cinemascope, virou quadro de santa, mas continua a ser contemplada, só que agora por fiéis no lugar de cinéfilos e as imagens em movimento, agora são de modo estático. Antes os prédios eram templos para o culto da 7ª. Arte, hoje passaram a servir de culto religioso. Onde antes se adorava divas do cinema, hoje se venera divindades do céu. Os personagens dos filmes, foram substituídos por pastores, mas o ambiente continua carregado de sonhos e imaginação. A emoção continua...
12/05/2009 09:08
Armando Maynard

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Saudades dos Cinemas de Rua de Aracaju-SE.

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Caro Marco, que boas lembranças, que saudades dos cinemas de rua da minha cidade, Aracaju, todos transformados em lojas, estacionamentos e bingos. Eram cinemas grandes, com uma quantidade enorme de cadeiras, onde havia toda uma preparação antes de começar a sessão. Eu tinha o hábito de chegar cedo, para ficar ouvindo as músicas orquestradas, que tocavam antes do filme começar. Quando a sessão ia iniciar, havia todo um ritual, tocava a música do prefixo, as luzes da sala iam ficando mais fracas, outras começavam a ser apagadas, ficando somente as luzes do pequeno palco, onde tinha a grande tela cinemascope, coberta por uma cortina. Começavam as badaladas do gongo, juntamente com um jogo de luzes, em três cores, que iam mudando para cada tom, terminando com as luzes vermelhas. Quando as primeiras imagens apareciam na tela, geralmente era o certificado de censura, obrigatório em todo início dos filmes, apagavam-se as luzes vermelhas e a cortina começava a abrir lentamente, algo emocionante. Época de muitos filmes históricos (épicos), os quais faziam grande sucesso, todos considerados espetáculos cinematográficos, muitos com quase quatro horas de duração, como “Ben-Hur”, citado por você, “Doutor Jivago”, “Os Dez Mandamentos”, “El Cid”, “E o Vento Levou...” Todos estes filmes tinham uma característica: ao terminar os trailers, acendiam-se as luzes da sala. É que antes do início do filme propriamente dito, tinha a apresentação da música tema, que vinha na película somente com a trilha sonora e os fotogramas escurecidos, e no meio do filme havia outra interrupção, era o intervalo, onde acontecia a mesma coisa, pois ouvia-se a trilha sonora até o término do mesmo. Desses épicos, lembro do filme “Cleópatra” que tem mais de quatro horas de projeção, que assisti em um cinema que não tinha nem ventilador e as cadeiras eram de madeira, mas tinha uma tela cinemascope enorme e côncava. Para rever “Cleópatra” hoje, só na telinha, não é a mesma coisa. Bons tempos hein Marcos, verdadeiras “Antigas Ternuras”, que deixaram muitas saudades, pois nesta época os cinemas tinham identificação e importância, mesmo depois de tanto tempo, quando falamos de um filme logo fazemos a ligação com o cinema onde o assistimos. Hoje praticamente todas as salas de projeção são iguais, não tem mais o ritual de início de sessão, não tem mais cortina, gongo, jogo de luz, música prefixo, tudo é muito apressado, imediato e os cinemas são impessoais, uma pena. Um abraço, Armando.

terça-feira, 21 de abril de 2009

O Fetiche da Grande Tela Cinemascope

Comentário original postado em:
Amigo Atílio, toda vez que vejo uma foto de uma sala de cinema, tirada deste ângulo, onde mostra uma grande tela cinemascope, me reporto ao tempo que era jovem e frequentava bastante os cinemas localizados nas ruas do centro de minha cidade, Aracaju. Tinha por hábito chegar cedo, principalmente quando ia ao único cinema que tinha ar condicionado e as vezes era o primeiro a entrar. Antes olhava todos os cartazes da sala de espera, para depois entrar na sala de projeção, que por motivo da cortina motorizada está quebrada, já ficava aberta. Sentava geralmente no lugarzinho de sempre e ficava ouvindo a seleção de músicas orquestradas, olhando aquela tela enorme e iluminada pelas luzes brancas do palco e a pensar que dentro de poucos minutos as luzes se apagariam e aquela enorme tela se encheria de grandes aventuras. Só isso já era um grande prazer. Um abraço, Armando.
20/04/2009 16:29

quarta-feira, 8 de abril de 2009

"Matar ou Morrer" com Gary Cooper

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Parabéns Airton, por esta homenagem a dois grandes astros do passado, o que vem mostrar sua sensibilidade para o bom cinema, não importando a época. Lembro de GARY COOPER em “Matar ou Morrer”, filme que já revi várias vezes. Sua magistral interpretação lhe valeu um Oscar, neste que é um dos maiores clássicos do western, com uma bela música e canção (Do Not Forsake Me, Oh My Darlin), ambas premiadas com os oscars de melhor trilha sonora e melhor canção original. Já o BURT LANCASTER lembro de dois clássicos protagonizados pelo mesmo, “A Um Passo da Eternidade” e “O Leopardo”. Um abraço, Armando.
7 de Abril de 2009 06:37

terça-feira, 7 de abril de 2009

O Fetiche dos Cartazes de Cinema

Comentário original postado em:
Caro Atílio, dois detalhes sobre cartazes/posters me chamam atenção. O primeiro é que na década de 60, o tamanho era um pouco maior, comparado aos de hoje, os quais são colocados em dispositivos de alumíneos, com portinhas de vidro, cujo tamanho são padronizados. O outro é que nesta época, os posters vinham acompanhados do filme do país de origem, ou seja, eram posters originais, a exemplo de alguns facsimeles mostrados aquí. Depois é que passaram a serem confeccionados aqui no Brasil, até por força de lei, fazendo com que muitos perdessem sua originalidade, pois passavam por tantas modificações, que ficavam diferentes. Mas graças a criatividade do brasileiro, terminavam até mais bonitos que os originais. Costumo dizer que os filmes começam nos cartazes e hoje as novidades são os grandes displays de papelão, e os enormes baners, reproduzindo os posters. Acabaram-se as fotos de cenas, que tanta saudades deixaram. Com o passar do tempo, os cartazes terminaram virando obras de arte, passando a serem expostos até em galerias. Os posters são um grande fetiche dos cinéfilos, e peças de grande sedução de colecionadores.
05/04/2009 11:15

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Um Bom Filme Deve Possuir Conteúdo, Emocionar e Acrescentar Culturalmente

Comentário original postado em:
Caro Ipzinho, realmente os filmes clássicos, de arte, ou cult, quer sejam novos ou velhos, coloridos ou em preto & branco, nunca perderão sua atualidade, pois são filmes que além de terem conteúdos, emocionam e nos acrescentam culturalmente, enriquecendo nossa vivência. Hoje com a onda de Hollywood, que vem infestando as telas dos cinemas, com filmes de super-heróis, cheios de pirotecnias, abusando dos efeitos especiais, com digitalização em profusão, as quais tanto agradam aos jovens, terminam sendo filmes que só divertem, transformando em simples passatempo, sem nada a acrescentar. Por isso é recomendável ao espectador maduro e mais exigente, que procura no cinema mais um meio de informação e de crescimento intelectual, que antes de aventurar-se na ida a uma sala, não se deixe manipular pela propaganda da mídia, criando o hábito de consultar a crítica especializada, não perdendo seu tempo, nem dinheiro, pois os ingressos ultimamente estão muito caros. Hoje na internet há inúmeros sites e blogs, que trazem bastantes informações e ainda disponibilizam os trailers dos filmes em cartazes. Aproveito a citação, da saudosa Andrey Hepburn, para dizer que esta extraordinária atriz, que foi bastante premiada por sua atuação em diversos filmes, ao abandonar sua carreira no cinema, passou a usar de seu prestígio, até sua morte, para fazer um belo trabalho social pelo mundo. Ipzinho, muito obrigado pelo link de meu blog em seu artigo. Um abraço, Armando.
Comentário por Armando Maynard — abril 6, 2009 @ 8:34 pm

segunda-feira, 30 de março de 2009

O Faroeste, Um Gênero Que Se Renova

Cometário original postado em:
Armando Maynard disse...
Caro Airton, logo em minha primeira visita - coincidentemente - sou recepcionado com dois clássicos do faroeste. No filme do mês você destaca "Rastros de Ódio" e em sua última postagem, o filme do saudoso Sérgio Leone e seu amigo Clint Eastwood, o excelente 'faroeste spaghetti', "Três Homens em Conflito", cuja trilha sonora do grande compositor Ennio Morricone é um dos destaques. Os filmes de cowboys, como costumamos falar, é um gênero que sempre se renova, é o caso dos "Os Indomáveis", que assisti recentemente na HBO e gostei muito. Lembro que aqui em minha cidade(Aracaju-SE.), na década de 60, tinha um cinema(Vitória) que costumava promover uns festivais de faroestes, com um filme por dia, era um sucesso. Aproveito para lembrar alguns cowboys que marcaram época, "Django", "O Último por do Sol", "Sete Homens e um Destino", "O Dólar Furado", "A face Oculta"... Um abraço, Armando.[fetichedecinefilo.blogspot.com]
30 de Março de 2009 06:38

sábado, 28 de março de 2009

A História de Edith Piaf

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Assisti "Piaf, Um Hino ao Amor" recentemente na HBO e já o revi no Cinemax. É um belo filme, com cenas de muita emoção e uma interpretação magistral da Marion Cotillard. Como não poderia deixar de ser, trás uma bem cuidada trilha sonora, com os grandes sucessos da cantora. Uma oportunidade, para que as novas gerações conheçam a vida e a carreira desta fantástica cantora francesa, que lutou para relizar o seu sonho.

De Dentro do Cinema, se Ouvia o Barulho da Rua

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Fico a imaginar se quando o bondinho passava pela porta do cinema, se o barulho não invadia a sala de projeção. Em minha cidade, existia na década de 60, um cinema que era o mais moderno do estado, sendo o único a possuir ar condicionado. O mesmo ficava em uma esquina de uma praça, onde acontecia todos os anos os festejos carnavalescos. Quando as charangas passavam pela porta do cinema, o som invadia a sala, quebrando todo o clima. Hoje, com os revestimentos acústicos, esses problemas não mais existem.

sexta-feira, 27 de março de 2009

A Magia da Sala de Cinema e Sua Telona

Comentário original postado em:
Caro Atílio, olhando as fotos dos antigos cinemas, chama atenção o contraste entre o tamanho das salas para com os das telas. Antigamente as salas eram enormes e as telas pequenas. Hoje é o contrário, as salas são pequenas e as telas são enormes. Tudo isso resultado da evolução tecnológica, fazendo com que o cinema tenha que concorrer com o 'cinema em casa', uma das consequências da diminuição de público nas salas. As outras, foram as várias opções audio visuais, preços dos ingressos, violência nas ruas, falta de educação dos espectadores, com seus celulares de última geração e a comilança, que transformaram as salas de cinemas em verdadeiros "pipocódromos", somados ainda ao exagerado número de filmes de efeitos pirotécnicos. Mas com tudo isso, nada se compara ao prazer e a emoção, de assistir a um filme em uma sala escura de cinema. Por isso, ainda espero poder alcançar um Imax em minha cidade, Aracaju-Se. Um abraço, Armando.
27/03/2009 10:05