domingo, 8 de março de 2009

O Brasil de Marcha-a-ré com Sarney, Collor e Renan

Comentário original postado em:
Armando Maynard
8 de Março de 2009 05:53
Voltou Sarney, Collor, Renan...Eu continuo me perguntando cadê as novas lideranças? Os novos senadores e deputados que foram eleitos nas últimas eleições? Por que não ascendem, não aparecem? Será que são tão neófitos assim na política. A impressão que se tem, é que o país politicamente está andando de marcha-a-ré. A meses não votam nada significativo no congresso, quando existem tantos projetos parados. Acorda povo, deixemos de nos "indgnarmos a distância", enchamos as caixas de mensagens desses representantes de sí próprios, pois de nós povo, é que não são. Acho que não podemos ficar esperando as denúncias de nossa "imprensa mansa", temos que exercer nossa cidadania, participando mais, para ver se mudamos algo. Não podemos aceitar uma saúde precária, uma segurança que está perdendo a guerra para a bandidagem, uma educação capenga. Enquanto isso o governo federal fica preocupado com a Copa do Mundo de 2014, achando pouco o que gastou com os Jogos Pan-americanos de 2007. Senhor presidente, governar é escolher prioridades. Um abraço, Armando.

7 comentários:

nobreza disse...

Bem lembrado, Armando, sobre a gastança dos Jogos Pan Americanos. É que nossa imprensa é realmente mansa e jabazeira, porque não dá para não associar a gastança no RJ com a gastança que será em estádios para a Copa do Mundo. Aqui em Salvador foi recuperado um estádio cujo orçamento estava avaliado em R$ 20 milhões. Dois ou três meses depois, já estava em 40 milhões. Demorou sei lá quantos meses e acho até que perderam a conta...

E nossas novas lideranças? Não tem. Tem o ACM Neto, tem o Rodrigo Maia, tem a Roseana, tem o Kassab, todos filhotes da truculência e dos velhos modos de se fazer política!

A coisa tá feia...

abs!

http://grooeland.blogspot.com

cahierdemarie disse...

o que me deixa mais chateada é q o povo fala tão mal dos nossos representantes políticos, sejam eles corruptos ou não, que se "acostumaram" a viver nessa situação, pior, não se manifestam contra os crimes cometidos dentro da nossa política. é triste. o bbb é melhor...

cahierdemarie disse...

digo.. se preocupam mais com o bbb...

¬¬'

(Carlos Soares) disse...

Antes agradecendo sua atenção no meu blog. meiosem tempo,mas não esqueço dos amigos. Li seus 3 textos maisrecentes,todos muitointeligentes. Pois´,e voltando Collor( cheio de autoridade), Sarney. Dá até arrepios.

André Lobão disse...

Armando, eu já havia citado essa situação em um comentário anterior.Dá impressão que a sociedade brasileira está necrosando e apodrecendo. É a mestástase da impunidade e da corrupção. A falência múltipla das instituições públicas. No fim, qual vai ser o remédio aplicado?

Barbara disse...

Acontece, Armando, que as prioridades do governo não são as mesmas do povo.
Até porque , como é que vão saber?
Em Brasília, longe do povo, como saber?
A capital do país tinha que ser em alguma capital.
No tempo da capital no Rio, o povo ia prá porta do Palácio do Catete e se manifestava.
QUEM VAI SE MANIFESTAR EM BRASÍLIA?
Sobra prá nós a desobediência civil, ou seja:
Não pagar imposto
Não votar
Mas prá isso, o povo tinha que sair da frente da tv e se organizar _ sem representantes de associação de moradores, pois o intuito destes é fazer das comunidades uma ponte para a vereança.
Desobediência civil.
Tô dentro.
Mas, é como você escreve - cadê o líder?

Lygia Prudente disse...

E pensar que a expectativa ante o governo de um sindicalista ERA a melhor possível porque o povo - que promove qualquer que seja o vetor do crescimento brasileiro -teria vez e, infelizmente, diante de atitudes e escândalos que ocupam as manchetes de periódicos, diariamente, os erros políticos tornam-se duplamente graves. Você tem toda razão Armando, ao enfatizar que as prioridades são as mais estapafúrdias, uma vez que o governo, com as suas ações, ferem a dignidade de trabalhadores, quando não lhes são criadas nem oferecidas condições de suprir a sua família do que é básico: sáude e educação. Um abraço,
Lygia