quinta-feira, 30 de abril de 2009

Muita Informação e Pouco Tempo Para Pensar

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Caro Professor, lembro de meu pai a contar que, na década de quarenta, quando morava em uma cidade do interior, só havia um meio para se ter alguma informação e conhecimento: a escola local e seu tradicional ensino. O único meio de se ficar sabendo de alguma notícia com rapidez, era o rádio, que até os nossos dias se mantém como um meio de informação imediatista. Mas, duas dificuldades tiveram que ser superadas, a da aquisição motivada pelo preço e a outra da falta de energia elétrica na cidade. Só ao anoitecer, por meio de um motor, se tinha energia até as 22 horas. Por isso, meu pai teve a idéia, com ajuda de um técnico amigo, de construir um rádio galena, feito de bobina, que não precisava de energia para funcionar. Tempos depois, ele conseguiu adquirir um rádio de válvulas, que funcionava com energia gerada por uma bateria de carro. Foi nesse rádio que ele acompanhou as notícias da segunda guerra mundial. Outro meio de informação era o único cinema da cidade e seu serviço de auto-falante. O Cinema exibia em suas seções, velhos cine-jornais e documentários. Algum tempo depois, parentes e amigos traziam da capital, a revista “O Cruzeiro”. Hoje vivemos a era da informação, com uma profusão de veículos de comunicação, impressos e audiovisuais, todos com conteúdos diversificados, abrangendo cultura, entretenimento e farto noticiário. Podemos escolher entre byte (digital) ou átomo (papel), ou um só meio, que é o computador através da internet, esta ferramenta mágica, inimaginável há poucos anos atrás. Com um simples clique, temos a nossa disposição: uma gráfica, banca de revistas e jornais, biblioteca, fotocópia, fax, correio, rádio, cinema, televisão, telefone, videofone. Só que “tudo demais é sobra” e termina fazendo mal a nossa saúde. Muitos de nós chegamos a ficar ansiosos e angustiados ao vermos uma pilha de jornais, revistas e livros se acumulando em nossa mesa, sem que tenhamos tempo de ler, somados a uma grande quantidade de e-mails, esperando serem respondidos, blogs de serem atualizados e acessados para serem comentados, sites diversos a serem consultados, filmes que vão entrando e saindo dos cinemas e não assistimos, fora os da TV de assinatura e DVDs. Tudo isso termina fazendo com que não tenhamos tempo para pensar, refletir e assimilar o que lemos e vemos, até por ser tudo muito rápido e superficial, sem um conhecimento aprofundado, não se chegando a ter uma idéia formada, com risco de se ficar repetindo a mesma opinião de muitos, sem ter tempo de formar a sua própria. Um abraço, Armando.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Os "Inris e Edirs" da Vida

Cometário original postado em:
Armando Maynard
25 de Abril de 2009 10:32
Inri Cristo, Edir Macedo, Renan Barreto. Em qual mesmo devo acreditar? No Renan é claro. Caro Renan, como nosso povo é fácil de ser enganado. Tão ingênuo, sofrido e abandonado pelo estado. Por acharem que deus está mais perto, sendo assim mais fácil de serem ouvidos, é que recorrem aos "Inris e Edirs" da vida...

Livro, Veículo Que Não Enguiça

Armando Maynard disse: after publicatiem. -->28.04.2009 às 13:17
O livro, um veículo que não enguiça. Um disseminador de idéias, que abre as mentes das pessoas, tornando-as aptas a emfrentarem a vida com discernimento, pois são possuidores das armas do conhecimento, alimentadas pela força da leitura. Um abraço, Armando.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Aprender é a Meta do Homem

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Caro professor, texto de muitas leituras e reflexões. Aprender é a meta do homem. O saber e conhecer o faz mais respeitado, dono de si. Assim ele decide, escolhe, comanda. Com seus passos mais seguros, destemido e sabedor do que quer. Pensa, reflete, duvida das verdades, desconfia das mentiras. Analisa, descobre, pergunta, quer saber, mais e mais. Nunca está satisfeito, é curioso. Quer ver, pegar, aí sim saberá se é aquilo que ele pensa e quer. Usa o livro, ferramenta do aprender, que lhe abre os olhos e a mente. Desabrocha a vontade e lhe dá discernimento, o faz livre e pensante. Ensina e abastece de conhecimentos e sabedoria. Não se deixa enganar, soma, multiplica, divide e subtrai, tira a prova. Conta, reconta, confere, não se deixa, convencer, questiona, critica, discorda, analisa, pesquisa, estuda, lê, se informa, cresce como ser humano e profissional. Sabe separar o joio do trigo, isola, esquece e ignora. Ganha o mundo, conhece, esclarece, explora, procura e descobre, teclando, pois é teclando que se aprende. É uma máquina, é um computador, não se intimida, medo só se for de ter medo, se aproxima, senta, lê, busca, fala, ouve, ver e se faz ver, imprime, arquiva, grava, escreve, publica, divulga idéias e cria. É a internet, está no mundo, espalha o que pensa, é livre, com responsabilidade e consciente dos seus direitos e deveres. Um abraço, Armando.

A Importância do Professor

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Cada vez fica mais evidente que o PT é bom de gogó, como executivo/gestor, na maioria dos casos, ou por falta de acessoramento ou por serem democratas de discursos, encontram-se meio perdidos, quando não ficam arrogantes e ditatoriais. A tecnologia na escola é uma excelente ferramenta, mas o importantante é o mestre, o professor, que fará com que o aluno aprenda a pensar, e usar todos os recursos didáticos a partir do livro, esta ferramenta insubstituível. Um abraço, Armando.
11:05 AM

domingo, 26 de abril de 2009

Ao Alcance de Um Clique

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Ao alcance de um clique, hoje temos uma gráfica, uma banca de revistas/jornais, uma biblioteca, correio, tv, rádio, toca disco, cinema, telefone, ou melhor videofone. Para as novas geações isto tudo parece simples, normal. Já nasceram com tudo isso a sua disposição. Mas no meu caso que cheguei aqui em 1950, o computador e a internet é algo fantástico. Sempre sonhei em ter um gabinete, com os livros nas estantes, mesa, lâmpada apropriada, poltrona para leitura. Tenho tudo isto um pouco em desuso, por motivo do computador ser "da casa" e ficar em outro compartimento, daí me mudei para o mesmo, leio, escrevo, ouço músicas...Vivemos uma era fantástica, que devemos saber aproveitar. Pena que a ética não tenha acompanhado com mesma velocidade da técnica. Caro Kovacs, você e suas boas dicas. Um abraço, Armando.
11:53 AM, Abril 25, 2009

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Respeitando as Diferenças

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Armando Maynard disse...
Para que se possa viver em harmonia, é preciso que as pessoas sejam compreensivas umas com as outras, atenciosas, educadas e tolerantes, respeitando as diferenças, para que isto não interfira nos relacionamentos, principalmente no ambiente de trabalho, onde se passa a maior parte do tempo. Não existe um ser humano igual ao outro. Cada um carrega um conjunto de vivências diferentes e ensinamentos, compostos por um aprendizado acumulado de conhecimentos e experiências, fazendo com que sempre se tenha algo de novo a aprender. Por isso, nunca devemos pré-julgar e sim, procurar conhecê-lo mais de perto, conversando, ouvindo suas idéias e opiniões, conhecendo suas crenças e ideologias. Quantas pessoas deixaram de se conhecer, por motivos de terem formado antecipadamente um conceito, achando que a mesma não era confiável, por ter opção sexual diferente, ou vestir-se com roupas extravagantes, que não eram adequadas para aquele momento. Quem sabe, se não estaria copiando as escolhas de seus pais, pois temos que reconhecer, que nem todos tiveram a oportunidade de receber orientação nesse sentido. Isto não quer dizer, que os amigos mais íntimos, não possam aconselhar, fazendo com que a pessoa inteligentemente, aceite as críticas construtivas e sinceras, pois “amigos é pra essas coisas”. É no saber conviver, que está nossa maior virtude. O primeiro passo para sermos considerados humanos, é respeitar o próximo, até para que sejamos também respeitados, sem preconceitos e de cabeça aberta e livre, aceitando o outro como ele é, com suas limitações e deficiências. E se tiver condições e oportunidade de ajudá-lo, que o faça, para que o mesmo cresça profissionalmente, passando a ser uma pessoa feliz e que este também pratique o mesmo com os que o rodeia, formando uma corrente do bem, pois todos precisam um do outro. É que nesta vida, ninguém vive sozinho. Um abraço, Armando.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Pobres e Desdentados

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Prezada Tânia, é verdade, no nordeste a ostentação fica mais evidente. A distância entre ricos e pobres é muito grande, as diferenças chegam a ser gritantes, terminando por deixar indignados e inconformados os mais humanistas, com tamanha miséria social que marginaliza grande parte da população pobre e carente da região, que vivem em total desamparo e abandono pelo estado. Quando estes têem algum problema de saúde, a morte fica mais perto, pois o atendimento em postos de saúde e hospitais da rede pública é péssimo. Nas ruas se vê homens e mulheres envelhecidos precocemente pelo sofrimento, fome e doenças, com os dentes careados e quando estes passam a doer a única alternativa é arrancá-los, entrando para o grupo dos desdentados. Muitos vivem com os filhos a pedirem esmolas e a catar latinhas de cervejas, garrafas pet e papelão nos lixos das portas das casas, antes que o caminhão os recolha. Nos lixões da periferia da cidade, podem ser encontradas famílias inteiras, que catam tudo que acham pela frente, muitas tirando dali o próprio sustento. O êxodo rural, com a vinda de famílias do campo para a cidade, veio piorar a situação, pois muitas tinham sua casinha e uma terrinha, que terminaram por vender, deixando o interior, pensando que a cidade lhes daria uma vida melhor. Ledo engano, aqui eles passaram a morar nas favelas, em barracos construidos com restos de madeira e papelão, vivendo em condições desumanas, num ambiente promíscuo e insalubre, onde as crianças são criadas cheias de doenças. Elas não frequentam escolas, são mal alimentadas e desde cedo são mandadas pelos pais, a saírem pelas ruas da cidade a mendigar nos cruzamentos e sinais, ou a pedirem de porta em porta, para que possam levar no final do dia, um dinheirinho ou um pouco de comida para casa. Interessante é que às vezes, a nossa elite burguesa, se comove com reportagens que vê na televisão de países da África, e não tem o mesmo olhar para seus compatriotas aqui tão pertinho. Um abraço, Armando.
22 de Abril de 2009 20:53

Aracaju e a Falta de Manutenção do Patrimônio Público

Comentário original publicado em:
Armando Maynard 21 de Abril de 2009 21:24
É impressionante como os administradores tratam o bem público, como prédios, praças e parques, abandonando-os sem MANUTENÇÃO, para depois serem obrigados a reconstruirem, gastando milhões. Dinheiro que poderia está sendo investido em outras prioridades. Exemplos como os do Caic, das praças Fausto Cardoso e Camerino, Parque dos Cajueiros, Farol da Atalaia, antigo prédio da Receita Federal, Hotel Palace, Ateneuzinho, Cacique Chá, Centro de Turismo (Rua 24 Horas), Vagão Biblioteca e o própio Parque Teófilo Dantas, Calçada que margeia a Rodovia Paulo Barreto (Beira Mar), a Orla de Atalaia, Mercado Central... Excelências, é preciso não esquecer da manutençao da Pça. Fausto Cardoso e do Farol.

Flatulência Com Labareda

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Caro Setaro, este artigo, me fez lembrar de um amigo da época de estudante, quando eu e mais outros dois colegas, íamos em seu carro para uma festa. No caminho, ele parou o carro de repente, pediu um fósforo a um de nós e colocando a perna em cima do banco, riscou o palito e o encostou em suas nádegas, dando um flato. Foi aí que todos se assustaram, com a labareda em forma de massarico, saindo de seu corpo. Ninguém nunca tinha visto aquilo antes, nem se sabia que os gases intestinais saindo em direção a uma chama, pudesse provocar uma labareda daquele tipo, parecida com a da foto que ilustra sua postagem.
Terça-feira, Abril 21, 2009 11:35:00 PM

terça-feira, 21 de abril de 2009

O Fetiche da Grande Tela Cinemascope

Comentário original postado em:
Amigo Atílio, toda vez que vejo uma foto de uma sala de cinema, tirada deste ângulo, onde mostra uma grande tela cinemascope, me reporto ao tempo que era jovem e frequentava bastante os cinemas localizados nas ruas do centro de minha cidade, Aracaju. Tinha por hábito chegar cedo, principalmente quando ia ao único cinema que tinha ar condicionado e as vezes era o primeiro a entrar. Antes olhava todos os cartazes da sala de espera, para depois entrar na sala de projeção, que por motivo da cortina motorizada está quebrada, já ficava aberta. Sentava geralmente no lugarzinho de sempre e ficava ouvindo a seleção de músicas orquestradas, olhando aquela tela enorme e iluminada pelas luzes brancas do palco e a pensar que dentro de poucos minutos as luzes se apagariam e aquela enorme tela se encheria de grandes aventuras. Só isso já era um grande prazer. Um abraço, Armando.
20/04/2009 16:29

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Cidades Contaminadas Pelo Vírus da Violência

Comentário original postado em:
Caro Ipzinho, como ficou difícil morar nas cidades. Hoje já não faz diferença as pequenas, médias, grandes ou metrópoles, todas estão contaminadas pelo vírus da violência, representado por acidentes automobilísticos, assaltos, seqüestros, roubos e assassinatos. Vivemos presos em nossas casas. A população termina se adaptando a esta selva de pedra, começando a blindar os carros e colocar cercas elétricas em suas residências. A elite contrata segurança particular, terminando por criar uma polícia paralela. Os parques e praças, antes espaços reservados ao lazer, hoje são tomados por mendigos e desocupados. As periferias sofrem do abandono, sendo o lado feio da cidade, com suas ruas esburacadas e sujas. Cresce o número de bairros formados por favelas e palafitas, onde famílias vivem marginalizadas e abandonadas pelo estado, morando em ambientes inapropriados, sujos e promíscuos. Enquanto isso, os governos gastam fortunas em publicidade nos meios de comunicação. Havia um tempo em que não existiam calçadas nas ruas, mas se andava sem tropeços e não se caia tão fácil como hoje, ferido ou morto, por uma bala que nem se sabe de onde veio. O trânsito é outro problema sério de nossas cidades, com ruas entupidas de carros, que quase não saem do lugar, a expelir gás carbônico, poluindo o meio ambiente e trazendo uma série de conseqüências à saúde de seus habitantes, como doenças de pele e pulmão. Já a poluição sonora, causa estresse e perda da audição, sem falar da visual que enfeia os centros, com uma quantidade enorme de propagandas. Hoje ao fazer uma operação bancária, estamos também em uma operação de risco. Vivemos uma verdadeira guerra urbana, saímos de casa pela manhã e não sabemos se retornaremos a noite. Um abraço, Armando.
Comentário por Armando Maynard — abril 20, 2009 @ 6:29 pm

O Preconceito das Aparências

Comentário original postado em:
Armando Maynard, 19/04/09 20:30
Prezada Dama, eis minha reflexão, depois de assistir ao vídeo da então pretensa cantora: um dos erros do ser humano, é o de querer pré-julgar, principalmente pelas aparências. Ser feio então, já é um diferencial. A mania de se dar mais valor ao ter do que o ser. Discriminar pelos trajes, trejeitos, modo de falar e andar ou um defeito físico. Lembro-me de um fato que aconteceu em uma cidade do interior do meu estado, em que havia uma grande loja de máquinas agrícolas e de produtos para o campo. Nela os vendedores ganhavam um salário fixo e por venda, uma boa comissão. Esta chegava muitas vezes ao dobro do salário. Um dia adentrou a loja um cliente, gordo, de cabelos brancos, aparentando uns setenta anos de idade, com roupas surradas, óculos remendado e um chapéu velho. Os dois vendedores de plantão nem se dignaram a se levantar. Foi quando o gerente vendo aquilo, chamou o estagiário que estava neste momento dentro do escritório e o mandou atender de imediato aquele cliente. Prontamente o estagiário dirigiu-se ao cliente, respondendo a uma série de indagações sobre os produtos interessados. Tratava-se de um cliente bastante exigente e que estava querendo fazer uma grande compra. Tudo acertado, terminou por comprar um trator e acessórios, cujo pagamento fez questão de efetuar à vista, gerando uma polpuda comissão ao estagiário e deixando os dois colegas vendedores, boquiabertos. É muito da cultura de certas regiões do Brasil, e que já pude presenciar em minha cidade, situações em que ao chegar ao balcão de uma repartição, um cidadão vestido de terno e gravata, ser prontamente atendido, passando na frente daqueles que chegaram primeiro, em trajes mais modestos. E a pensar que hoje os bandidos chegam a assaltar de terno e gravata, sem contar os famosos “colarinhos brancos”. As aparências enganam e como enganam. Um abraço, Armando.

domingo, 19 de abril de 2009

É Muita Coisa Fora de Ordem!

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
É amiga Ana, é muita coisa fora de ordem. Cresce a marginalidade em decorrência do aumento da miséria. A injusta distribuição de renda, aumenta cada vez mais a distância entre ricos e pobres, criando um “apartheid social”. O salário mínimo é de um valor vergonhoso, comparado aos salários extratosféricos dos políticos, ministros, secretários e outras categorias. Os serviços de saúde dos estados e municípios, tratam a população pobre, cujo plano de saúde é o SUS, como cidadão de quinta categoria. Nos hospitais e postos de saúde, faltam médicos, leitos e medicamentos, além do tratamento desumano aos pacientes, que muitas vezes ficam largados pelos corredores em macas. A segurança pública, despreparada para enfrentar a bandidagem, que cada vez mais, se abastece de armamentos sofisticados, na maioria das vezes mais potentes que os da polícia. A educação com escolas em péssimas condições de funcionamento, sucateadas, por falta de manutenção, piorando pela falta de civilidade dos próprios alunos, que quebram carteiras, bebedouros e outros acessórios. Em salas de aulas, alunos fingem que aprendem e professores que ensinam. Os bairros da periferia das grandes capitais, é o lado feio e abandonado pelo estado. Tudo isso gera revolta, ressentimentos, ódio e vingança. E quem paga, o cidadão de bem, que desprotegido é roubado, assaltado, seqüestrado, maltratado e assassinado. Além dos péssimos exemplos da elite burguesa, prepotente e arrogante, que sonega impostos, desemprega e corrompe. E os políticos, com seus vergonhosos escândalos semanais no congresso, onde estão mais preocupados com seus interesses, do que com os dos seus eleitores. A falta de educação, somado a promiscuidade dos lares e a impunidade, vem piorar todo esse quadro que hora pintei, não com tintas de pessimismo, mas de realidade, onde governos teimam em não escolherem as prioridades, pois adoram fazer obras faraônicas e promover festas, muitas festas. Nas administrações, o que mais se ver são governadores e prefeitos, gastando milhões em recuperação de prédios e praças, que por irresponsabilidades e incompetências, deixam que se acabem por falta de manutenção, para depois serem reconstrudos. Já o governo federal diz que está tudo bem e que apesar dos gastos que tiveram com os Jogos Pan-Americanos, irá fazer tudo para trazer a Copa do Mundo de 2014 para o Brasil e ainda vai sobrar dinheiro para emprestar ao FMI. Enquanto isso o povo... povo!, que povo? Desculpe Ana, pelo barulho, digo, pelo tamanho do desabafo. Um abraço, Armando

sábado, 18 de abril de 2009

Generalistas e Criativos

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Armando Maynard disse...
O estudo formal e tradicional sempre foi chato, principalmente para as crianças e jovens, que são por natureza, inquietos e cheios de interesses e curiosidades. Para se manter uma criança em sala de aula, por quase quatro horas, sentada, quieta, quase parada, é uma tarefa difícil, principalmente as possuidoras de melhores recursos, pois em casa têm acesso fácil a videogame, internet, televisão e a uma série de brinquedos. Toda criança é múltipla e criativa, pois podemos observar na grande diversidade de suas brincadeiras. Seu crescimento intelectual é formado uma parte pela genética e as outras pelo seu ambiente e convívio do lar, escola e com amigos, parentes, pais e professores. Uma casa onde se tem o costume de ouvir música, que possuem livros e que os pais têm o hábito da leitura, exercem grande influência na formação dos filhos. Quanto ao ensino em nossas Escolas, infelizmente, ainda são possuidoras de um currículo engessado e pouco inovador, fazendo com que se aprenda hoje, praticamente do mesmo modo como se aprendia a trinta anos atrás. Com isso, muitos talentos são perdidos e muita criatividade tolhida, por motivo das escolas não se voltarem para as artes, as quais despertariam nas crianças e nos jovens um mundo que lhes fariam pensar, refletir e criar, abrindo-lhes várias possibilidades de crescimento e fazendo com que talentos latentes aflorassem, mediante a oportunidade de incentivos para a literatura, teatro, música, dança, artes plásticas, escultura, fotografia e cinema, tudo mostrado, ensinado e explorado. Já as Universidades deveriam procurar incentivar o empreendedorismo, criando novos cursos, para que não terminem por formar pessoas para profissões, que em pouco tempo não mais existirão. Hoje o profissional que as empresas mais requisitam e desejam, além da qualificação, competência, ousadia, criatividade e habilidade de manter a harmonia do ambiente, querem pessoas que sejam pluralistas em suas ações, pois não se admite mais nas empreses um funcionário para solucionar cada problema. O mundo passa por mudanças rápidas, os avanços tecnológicos são impressionantes, vivemos a era da informação, com a chegada do computador e da internet, o que forçosamente irá transformar todo o ensino, fazendo com que as escolas e universidades preparem seus alunos, para serem pessoas e profissionais generalistas. Um abraço, Armando.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

É o Caos, Mas a Vida Vai Seguindo...

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Tânia, é incrível como nos acostumamos com o caos. A vida vai seguindo e as mortes, assaltos e sequestros vão acontecendo e a vida vai seguindo, como se tudo já fizesse parte do dia-a-dia e que é assim mesmo, não tem jeito e a vida vai seguindo, com a insegurança cada vez maior e a bandidagem aumentando e a vida vai seguindo...É triste, a onde vamos parar. Um abraço, Armando.

Mude de Idéia, Veja a Foto da Musa

Comentário original (sobre foto) postado em:
http://olharpanoramico.blogspot.com/2009/04/aguarde-so-um-pouco.html
At 2:21 PM, Armando Maynard said...
A musa tenta chamar atenção do compositor, mas esse, concentrado, prefere continuar tocando o piano, no lugar de TOCÁ-LA. Talvez se olhasse pra trás, certamente mudaria de idéia. Um abraço, Armando.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A Semana Santa e a Espinha do Peixe

Comentário original postado em:
Armando Maynard
15 de Abril de 2009 11:03
Caro Renan, a Semana Santa é um período rico em culinária, com iguarias e guloseimas, sem falar nos saborosos vinhos. É uma semana que nos empanturramos de peixes, mariscos, e chocolates. No dia seguinte o resultado é o castigo, ocasionado pelo “pecado da gula”, em forma de desarranjos intestinais. Lembro da minha saudosa e querida mãe, que era uma cozinheira de ‘mão cheia’ e que gostava de dizer na Sexta Feira Santa: “hoje, que deveria se comer pouco, pois é um dia de jejuar, termina sendo o dia que se come mais”. Quem resiste a uma fritada de bacalhau ou aratu, um bobó de camarão, caruru e ainda a uma posta de peixe vermelha, frito ou assado, tudo isso acompanhado de um bom vinho, para depois saborear os ovos de chocolate, no meu caso, disputado hoje com meu neto de sete anos. Nesse período, sempre tive uma preocupação, a espinha do peixe. Lembro quando jovem, pedia a minha mãe para catar as espinhas, ainda assim, comia com receio. Uma vez na semana santa, em um clube, que ia com toda a família, na hora do almoço, em uma mesa próxima a nossa, um senhor engasgou-se com a espinha do peixe, ficando a mesma enganchada na garganta, precisando ser levado as pressas para o hospital. Por isso, quando chega esse período, ao desejar uma boa semana santa, costumo dizer também, que tenham cuidado com a espinha do peixe. Um abraço, Armando.

O Nordeste e Seu Rico Artesanato

Comentário original postado em:
http://grooeland.blogspot.com/2009/04/nazare-das-farinhas-e-os-caxixis.html
Armando Maynard disse...
Parabéns Nobreza, pela postagem bastante informativa, com links que levam o leitor a complementar sua informação. O artigo vem divulgar e valorizar as tradições regionais, algo que muitas vezes o próprio Estado tem "dificuldades" em fazê-lo, ou quando faz, deixa muito a desejar. O nosso querido Nordeste é rico na área de artesenato e suas obras de arte bastante apreciadas por sua diversidade, criatividade e beleza. Infelizmente, por falta de apoio e organização, muitos artistas são explorados por atravessadores que adquirem suas peças por baixos preços e as revendem aqui no Brasil e no exterior com um bom lucro...Um abraço, Armando
8:57 AM

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Consumismo de "Necessidades Criadas"

Comentário original postado em:
Armando Maynard - 13 4 2009 às 15:14
Depois de assisti ao excelente vídeo “A história das Coisas”, fiz a seguinte reflexão: Para viver precisamos de sol, ar, água e alimentos. Pela manhã café com pão, ao meio dia, feijão, arroz, farinha e um pedaço de carne com algumas verduras e a noite outra vez café com pão e uma manteiguinha, que ninguém é de ferro. Pronto isso seria o básico e necessário para nos alimentarmos com as três refeições. Mas o homem criou o MERCADINHO e colocou a padaria lá no fundo, daí você vai comprar o pão e tem que atravessar todo um salão cheio de gôndolas/prateleiras apinhadas de produtos a lhe seduzir. Muitos são alimentos em embalagens coloridas e vistosas e outros quinquilharias, ou melhor, NECESSIDADES CRIADAS, que você já tinha visto em comerciais na televisão e tinha desejo de comer ou ter. Daí para comprar, se tiver com o dinheiro na hora, não falta mais nada, estando dada a largada para o consumismo. Seus cafés da manhã não serão mais os mesmos, de agora em diante terá vários tipos de biscoitos, uma série de queijos e outras iguarias, que não comidas no devido tempo, vencerão a validade e irão para o lixo. Quanto ao almoço, bem aí é trocado de imediato o feijão com arroz pelo macarrão. Este preâmbulo, é uma amostra do resultado desta engrenagem que representa o consumo, o mercado e o sistema. Veja um exemplo, sou da época que praticamente só existia uma pasta de dentes, a Kolynos e que a maioria das pessoas a usavam sem problema algum. À fizeram sair do mercado, depois mudar de nome e a partir daí surgiram uma quantidade enorme de marcas e tipos de pastas de dentes, cada uma com embalagem e um produto diferente em sua composição, para diferenciar uma das outras, mas com a mesma função e efeito da antiga Kolynos, mas que a publicidade conseguiu impingir de que são diferentes e cada uma a dizer que é melhor que a outra. Para se produzir toda esta quantidade de produtos, a fim de dar vazão ao consumismo exagerado e a que todos já estão acostumados e dependentes, o homem vai continuar estragando a terra e as conseqüências já podem ser sentidas, como a mudança brusca do clima em todo o mundo. Um abraço, Armando.

domingo, 12 de abril de 2009

As "CriONCINHAS" de Hoje e Sua Educação Frouxa

Comentário original postado em:
http://antigasternuras.blogspot.com/2009/04/limites.html
Armando Maynard disse...
Prezado Marco, o que está acontecendo com as crianças e jovens, é um reflexo dos maus exemplos dos políticos, de parte da elite burguesa e arrogante, dos novos ricos, somados a uma educação frouxa e relapsa, que recebem dos pais moderninhos. Hoje num simples passeio a um parque da cidade, você assiste a criança chutando pernas de babá, por qualquer motivo e no mercadinho ataques por alguma recusa dos pais em comprar algo que elas desejam, provocando choros escandalosos, como se chorar gritando, fosse um direito de criança. É a “psicologia” da omissão, acomodação, desinteresse, impunidade, pois os castigos hoje raream, como também as preleções e “sermões”. Os pais alegam falta de tempo, por causa da correria do dia-a-dia, na luta pela sobrevivência. Com essa desculpa, vai se criando ‘crioncinhas’. Em minha época de criança, bastava um olhar de minha mãe e tudo já ficava entendido, já sabendo desde aquele momento, que por estar na rua, que quando chegasse em casa a reprimenda era certa. Quando a reclamação vinha da escola, por intermédio da professora, se constituía em falta gravíssima, pois denotava que a criança estava expondo os pais a uma situação de omissão de educação ao filho, constrangendo até os irmãos, quando estes estudavam na mesma escola. Hoje vivemos uma época em que as mudanças são determinantes, mas não se pode esquecer, que os valores são permanentes. O respeito aos mais velhos, a hierarquia, aos superiores, tudo isso deve ser ensinado e acompanhado o seu cumprimento, naturalmente, mostrando que obedecer não é ser subserviente, pois a criança e o jovem podem e devem questionar, discordar quando houver motivo justo. É meu caro Marcos, muitas vezes faltam limites, que devem ser impostos, para evitar que se crie jovens voluntariosos, como se isso fosse marca de independência e liberdade, faltando com o respeito e desobedecendo assim as normas estabelecidas em sociedade. É como se alguns pais, por terem tido uma educação repressora quando crianças, agora estão a afrouxar tanto a educação dos filhos, que terminam por estragá-los. Um abraço, Armando.
Abril 12, 2009 8:15 PM

Blog "Fetiche de Cinéfilo"

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Caro Rafael, foi com grande satisfação que encontrei o seu blog. Muito me preocupa também a velocidade tecnológica que vem alcançando o cinema, fazendo com que todos seus acessórios desapareçam cada vez mais rápido. Carretéis, películas, enroladeiras, gongos, tudo isso terminará em desuso. Quando jovem uma das diversões que mais gostava era de projetar filmes, fazendo a noite sessões de cinema no quintal de minha casa, com um projetor de 16mm., que conservo até hoje, juntamente com alguns filmes. No intuito de preservar a memória das antigas salas e todo maquinário e acessório que fazem parte da História do Cinema, é que criei o blog "Fetiche de Cinéfilo", Aguardo sua visita. Um abraço, Armando
Clique no link abaixo para conhecer o "Fetiche de Cinéfilo":

sábado, 11 de abril de 2009

As Críticas de Ricardo Soares a Politicalha

Comentário original postado em:
Armando Maynard disse...
Caro Ricardo, com relação a politicalha, notícias não irão lhe faltar, vem aí uma nova semana e certamente novos escândalos...
9 de Abril de 2009 07:16
Armando Maynard disse...
Prezado Ricardo, volto, pois na pressa, esqueci de agradecer pela "bela Aracaju" (vivendo momentos difíceis, com rodízio de distribuição de água, por falta de chuvas na região). Como também pela atenção e consideração que me proporcionou com essa postagem. Muito obrigado e continue assim, com os "pés no chão", sendo esse jornalista, escritor e blogueiro, simples e amigo, que faz do seu blog um veículo de intercâmbio de idéias, informação, conscientização e provocação, que nos motiva a fazer comentários, pois aqui nos indignamos juntos e nessa união fazemos a força, para lutarmos por dias melhores para o nosso querido Brasil, que sonhamos mais justo, com um povo politizado, consciente dos seus direitos (e deveres). Que saiba, cada vez mais, escolher políticos que sejam realmente seus legítmos representantes e que trabalhem pelo bem de todos e não pelos seus interesses particulares, como faz hoje a grande parte dos que ocupam as cadeiras do congresso. Um abraço, Armando.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Aprendendo Com os Próprios Erros

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Armando Maynard disse...
Caro Roberto, já fui um leitor assíduo dos livros do seu xará, hoje prefiro os artigos avulsos, que leio com um senso crítico mais aguçado, mas que sempre acho algum ensinamento e reflexão. Neste, ele nos mostra que as derrotas podem nos tirar da acomodoção, fazendo com que saiamos da "zona de conforto" e com isso, aprendamos com os nossos erros, possibilitando assim um crescimento pessoal e profissional.

O Cantinho da Cantora Eugénia Melo

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De Armando Maynard a 31 de Março de 2009 às 15:24
Mesmo vivendo um dia-a-dia cheio de momentos felizes, mas é como você fala no post acima, tem horas que a vontade de voltar para o “ninho” é mais forte. E com um cantinho harmônico como aquele da foto, é para ir correndo, pois lá lhe espera o som do vento a balançar os galhos das árvores, a musicalidade das folhas a rolar no calçamento e os pássaros a cantarem ao amanhecer. Isto sim , é a verdadeira música ambiente. Um abraço, Armando.

A Arte de Eric Zener

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Armando Maynard disse...
Caro Kovacs, se não tivessem inventado a fotografia, o Eric Zener a substituiria a contento. Esse foi meu primeiro pensamento. Mas depois, pensando melhor, eu acho que o trabalho é feito com a fotografia servindo de modêlo. Isto não diminue o valor de sua arte, pois o seu trabalho é muito detalhista e de grande perfeição. Diminue sim, a importância do meu elogio.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

"Matar ou Morrer" com Gary Cooper

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Armando Maynard disse...
Parabéns Airton, por esta homenagem a dois grandes astros do passado, o que vem mostrar sua sensibilidade para o bom cinema, não importando a época. Lembro de GARY COOPER em “Matar ou Morrer”, filme que já revi várias vezes. Sua magistral interpretação lhe valeu um Oscar, neste que é um dos maiores clássicos do western, com uma bela música e canção (Do Not Forsake Me, Oh My Darlin), ambas premiadas com os oscars de melhor trilha sonora e melhor canção original. Já o BURT LANCASTER lembro de dois clássicos protagonizados pelo mesmo, “A Um Passo da Eternidade” e “O Leopardo”. Um abraço, Armando.
7 de Abril de 2009 06:37

Ética dos Animais

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Armando Maynard disse...
E aí, deixaremos de comer "animais mortos" para comer "vegetais mortos? É algo para refletirmos. Ultimamente, proibiram os animais amestrados de se apresentarem nos Circos. Na minha opinião, o que deve ser feito, é intensificar a fiscalização, tornando-a mais presente, punindo exemplarmente, quando do descumprimento das leis, a fim de coibir os abusos de maus tratos aos animais, tanto aos amestrados do Circo, quanto aos que são abatidos, para alimentação do homem, fazendo com que tenham mortes rápidas e sem sofrimento. Quanto aos animais de estimação, aqui em casa tenho o Tobby, um dálmata de onze anos de amizade, lealdade e obediência, que a essa altura já faz parte da família. Um abraço, Armando.

terça-feira, 7 de abril de 2009

O Fetiche dos Cartazes de Cinema

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Caro Atílio, dois detalhes sobre cartazes/posters me chamam atenção. O primeiro é que na década de 60, o tamanho era um pouco maior, comparado aos de hoje, os quais são colocados em dispositivos de alumíneos, com portinhas de vidro, cujo tamanho são padronizados. O outro é que nesta época, os posters vinham acompanhados do filme do país de origem, ou seja, eram posters originais, a exemplo de alguns facsimeles mostrados aquí. Depois é que passaram a serem confeccionados aqui no Brasil, até por força de lei, fazendo com que muitos perdessem sua originalidade, pois passavam por tantas modificações, que ficavam diferentes. Mas graças a criatividade do brasileiro, terminavam até mais bonitos que os originais. Costumo dizer que os filmes começam nos cartazes e hoje as novidades são os grandes displays de papelão, e os enormes baners, reproduzindo os posters. Acabaram-se as fotos de cenas, que tanta saudades deixaram. Com o passar do tempo, os cartazes terminaram virando obras de arte, passando a serem expostos até em galerias. Os posters são um grande fetiche dos cinéfilos, e peças de grande sedução de colecionadores.
05/04/2009 11:15

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Um Bom Filme Deve Possuir Conteúdo, Emocionar e Acrescentar Culturalmente

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Caro Ipzinho, realmente os filmes clássicos, de arte, ou cult, quer sejam novos ou velhos, coloridos ou em preto & branco, nunca perderão sua atualidade, pois são filmes que além de terem conteúdos, emocionam e nos acrescentam culturalmente, enriquecendo nossa vivência. Hoje com a onda de Hollywood, que vem infestando as telas dos cinemas, com filmes de super-heróis, cheios de pirotecnias, abusando dos efeitos especiais, com digitalização em profusão, as quais tanto agradam aos jovens, terminam sendo filmes que só divertem, transformando em simples passatempo, sem nada a acrescentar. Por isso é recomendável ao espectador maduro e mais exigente, que procura no cinema mais um meio de informação e de crescimento intelectual, que antes de aventurar-se na ida a uma sala, não se deixe manipular pela propaganda da mídia, criando o hábito de consultar a crítica especializada, não perdendo seu tempo, nem dinheiro, pois os ingressos ultimamente estão muito caros. Hoje na internet há inúmeros sites e blogs, que trazem bastantes informações e ainda disponibilizam os trailers dos filmes em cartazes. Aproveito a citação, da saudosa Andrey Hepburn, para dizer que esta extraordinária atriz, que foi bastante premiada por sua atuação em diversos filmes, ao abandonar sua carreira no cinema, passou a usar de seu prestígio, até sua morte, para fazer um belo trabalho social pelo mundo. Ipzinho, muito obrigado pelo link de meu blog em seu artigo. Um abraço, Armando.
Comentário por Armando Maynard — abril 6, 2009 @ 8:34 pm

Entrevistas nos Blogs

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At Domingo, 05 Abril, 2009, Armando Maynard said...
Uma das formas de jornalismo que gosto é a entrevista. Trata-se de um modo agradável e fácil de conhecermos, um pouco mais, do pensamento das pessoas. Lembro, quando falava aos amigos que gostava de ler a revista "Playboy", com suas longas entrevistas, faziam gozação, dizendo que a comprava somente para ver as mulheres, também, é claro. Outro impresso que primava pelas entrevistas, era o semanário "O Pasquim", de saudosa memória. Caro Aroldo, o próprio Emílio Pacheco me trouxe até aquí, com a indicação feita lá em seu blog. Seu artigo sobre o polêmico, inteligente e político neófito, Clodovil, tem observações corrretas. De sua passagem pela câmara, lembro de seu primeiro pronunciamento, o qual criticou os seus colegas por não prestarem atenção ao seu discurso, pois ficavam uns coversando, outros lendo jornais, enquanto ele falava da tribuna. Aliás, aquilo alí é uma balbúrdia e um desrespeito geral, somados as peraltices, cinismos e escândalos semanais. Um abraço, Armando

domingo, 5 de abril de 2009

Ser Humano é Respeitar o Próximo e a Natureza

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Armando Maynard - 4 4 2009 às 10:30
Tive um colega de trabalho, que dizia ter uma irmã com síndrome de down e que seus pais a escondia de todos, inclusive dos própios irmãos. É triste não saber lidar com o diferente e o que é pior, não aceitar conviver, quer seja por motivos de saúde, ideologia ou opção sexual. Acho que, para SER HUMANO, é preciso primeiramente respeitar o próximo e a natureza. Este, seria o princípio básico, para vivermos em harmonia, neste planeta chamado terra e que o homem, pela sua insensatez, já o estragou, fazendo com que os primeiros sintomas, já sejam sentidos por todos nós, pois o calor vem aumento a cada ano que passa. Um abraço, Armando.

sábado, 4 de abril de 2009

O Que é Mais Gostoso: Cerveja ou Suco de Maracujá ?

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Caro Ipzinho, fiz um comentário para sua postagem do dia 02.04.2009 e não consegui postar, pois seu blog, infelizmente, encontrava-se fora do ar. Por este motivo, o publico aqui. No post você faz observações do comportamento dos jovens, que no passado, bebiam muito menos que hoje. Como também ensina algumas receitas de bebidas que não são quentes nem frias e sim doces. Eis o meu comentário: A primeira vez que bebi cerveja, achava como todos que a experimenta, uma bebida de gosto amargo. Um amigo da turma, brincava dizendo, “cara, duvido que cerveja seja melhor que um suco de maracujá” e não é que o mesmo tinha razão, só que depois que acostumamos com o sabor da cerveja, o gosto amargo desaparece e passamos a beber com prazer. No meu caso, somente nos finais de semana, pois assim ela fica mais gostosa, criando a expectativa. A cerveja bem geladinha, num copo tulipa, com um pouquinho de espuma em cima, juntamente com um prato de batinha frita é um verdadeiro manjar. Aliás sobre batatinha, tenho outro amigo que quando é lembrado que os médicos chamam atenção para os perigos da fritura, ele diz “não acredito que algo tão gostoso possa fazer mal”. Caro Ipzinho, antigamente os jovens controlavam mais a bebedeira, com medo de chegar em casa e causar vexame aos pais e aí já viu, castigo na certa. Hoje a coisa está frouxa, os garotos dirigem com latinha de cerveja na mão. Vivemos uma época que além de se começar a beber muito cedo, se bebe demais e o que é pior, por causa das facilidades, se bebe quase todos os dias. Quanto a sua receita, quem sabe se o amigo do início do texto não se dispõe a fazer a experiência com o maracujá, aliás, me lembrei agora, que na turma tinha um que só tomava cerveja com coca-cola e não é que o gosto era bom. Um abraço, Armando.
Comentário por Armando Maynard — abril 4, 2009 @ 11:25 am

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Filosofia ou "Filosofices"

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Armando Maynard disse...
Folosofia é antes de tudo, o pensar, refletir, questionar, opinar, discordar, descobrir e divagar para encontrar, nunca para perder, só se for as ilusões, crenças, dógmas, certezas, convenções, tradições e verdades estabelecidas. "Filosofices" do Armando. Um abraço.

A Blogueira e Escritora Ivana Arruda Leite

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Armando Maynard Diz: 1 Abril, 2009 às 9:13 am
Prezada Ivana, que grata oportunidade de saber mais um pouco de sua vida. Agora já conheço sua IMAGEM ( sempre alegre e bem humorada, principalmente em mesas de restaurantes), algumas de suas IDÉIAS (livres e inteligentes), seus ESCRITOS (criativos e prazerosos de se ler) e agora sua VOZ (de entrevistada modesta). Fica sua mensagem, de que jamais se deve desistir do sonho e que nunca é tarde para começar. Um abraço, Armando.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Saudades do Semanário "O Pasquim"

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Armando Maynard disse...
Caro Bill, primeiramente parabéns pelos dois anos de blog. Interessante é que muitos pensam que Blog é só um deleite, em parte até que é, mas também é muito trabalho, isto se quisermos mantê-lo com qualidade e sempre atualizado, recheado de cultura, informações e entretenimento, tudo com criatividade e bom humor, como é o seu, até mesmo para suavizar o dia-a-dia de nossa vida tão difícil, neste mundo cheio de mentiras, violências e injustiças. Lembrar o semanário “O Pasquim” é motivo de muita saudade. Era um jornal que valia por um curso de jornalismo, possuía uma equipe de professores, era um verdadeiro Butantan, só tinha cobras e é bom que se diga, todas criadas e bem criadas, enfrentando uma época de grandes dificuldades, como a censura, perseguições políticas, prisões e até torturas, mas com muita determinação, coragem, inteligência, criatividade, bom humor e muita farra é claro, que ninguém é de ferro. Algumas cobras, o guerreiro Newton Carlos, bem lembrado por você, trabalhando até bem pouco tempo na Rádio Bandeirantes, Jaguar o grande timoneiro, Ziraldo com suas charges impagáveis, juntamente com as do saudoso Henfil, Millôr inteligência saindo por todos os poros, Sérgio Augusto grande intelectual, Ivan Lessa de um humor sarcástico, Sérgio Cabral um grande conhecedor da nossa música, Ruy Castro escritor de mão cheia e dos saudosos, Paulo Francis uma cultura geral invejável, Tarso de Castro um primor de artigos críticos, Fausto Wolff, inconformado, sempre indignado com as falcatruas e coisas erradas deste país e que já está fazendo falta, pois os escândalos são semanais. Poderia citar ainda, muitos outros que honraram e honram a nossa imprensa. Todos eles viveram momentos de grande repressão e lutaram bravamente, pela volta da Democracia e da Liberdade de Imprensa, luta esta que deve ser contínua, agora em mais este meio fantástico que é a internet, por intermédio dos blogs, como o “Jornal da Lua” do Bill Falcão. Um abraço, Armando.
Saudades também da "Gazeta de Sergipe", de minha cidade Aracaju, clique no link abaixo:

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O Parque Teófilo Dantas em Aracaju-SE.

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Armando Maynard disse...
Na década de 60/70, eu tinha mania de, na saída do emprego, dar uma passadinha no Cacique Chá e, saindo de lá, ir comer um cachorro-quente em “seu João”, que como bem diz o grande Amaral Cavalcante, era muito gostoso e sua receita, um segredo. Tanto o Cacique, quanto o Cachorro Quente, ficavam no Parque Teófilo Dantas, que, nessa época, tinha alguns cercados de telas de arame com animais e aves de várias espécies. Lembro dos macaquinhos que ficavam em frente à Padaria, na Rua Santo Amaro e que faziam grande sucesso junto às crianças e adultos. Outro animal que chamava atenção era a preguiça, que ficava, lentamente, passando de galhos em galhos dos tamarindeiros. Esse logradouro aprazível, já foi chamado de Parque Monsenhor Olímpio Campos, passando depois para Parque Teófilo Dantas, tempos depois, para Praça, sendo hoje conhecido popularmente como Pça. da Catedral. Isso me faz lembrar o caso do Edifício Estado de Sergipe, conhecido também como Edifício do Banese, mas que o sergipano o nominou de Edifício Maria Feliciana. Um abraço, Armando.
Veja mais O Parque Teófilo Dantas em "Feirinha de Natal" clicando no link abaixo: